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Ex-ministra do TSE diz que é ‘absolutamente natural’ o pedido de vista em julgamento de Bolsonaro

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A advogada Luciana Lossio, ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral, analisou na GloboNews o andamento do julgamento do ex-presidente da República Jair Bolsonaro na corte. O voto do relator, ministro Benedito Gonçalves, pediu a inelegibilidade do parlamentar do PL até 2030. E após o voto do relator, o julgamento foi suspenso – saiba como foram as primeiras sessões.

Há desde as últimas semanas a especulação de que alguns ministros do TSE podem vir a interromper novamente o júri, realizando o pedido de vista ? que adiaria por 90 dias a retomada do processo. Especula-se que ao menos dois ministros, Raul Araújo Filho (o próximo a votar) e Kassio Nunes Marques (outrora aliado de Bolsonaro), possam realizar o pedido.

A ex-ministra relatou a sua experiência no caso do impeachment da ex-presidente Dilma, e disse que não será surpreendente se o adiamento no julgamento do ex-presidente acontecer por um possível pedido de vista.

?No julgamento da cassação da chapa Dilma-Temer, (foram) três os votos-vista, ainda na fase preliminar. Naquela época foram os pedidos de vista de três de sete integrantes. Então é absolutamente normal que ocorra um pedido de vista. Agora, se isso irá se concretizar ou não, não podemos afirmar?, relembrou a advogada.

Há diferenças, no entanto, nos dois julgamentos. Desta vez, o relatório do julgamento do ex-presidente Bolsonaro foi disponibilizado para os ministros votantes antes da retomada do julgamento.

?Pelo menos nesse caso, pelo que foi divulgado para a imprensa, o voto já foi disponibilizado para os demais ministros já há algum tempo, e o relatório, de modo que há tempo hábil para que os demais ministros se debruçassem sobre os fatos. Mas eles podem de forma muito tranquila e legítima pedir vista no processo para analisar de forma mais verticalizada a questão?, explicou.

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Fonte G1 Brasília

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