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Gilmar Mendes cobra manifestação da PGR sobre supostas irregularidades do governo Bolsonaro durante a pandemia

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, mais uma vez, que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre investigação de supostas irregularidades e omissões envolvendo integrantes do governo Bolsonaro durante a gestão da pandemia da Covid.

Em junho, Mendes anulou uma decisão da Justiça Federal em Brasília que arquivou parcialmente essa apuração e fixou que a PGR, a partir do relatório produzido pela Polícia Federal, reavaliasse se há indícios de crimes nas condutas de:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente;
  • Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde e deputado;
  • coronel Antonio Elcio Franco Filho, ex-número 2 do ministério;
  • Mayra Pinheiro, da ex-secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde;
  • Mauro Luiz Ribeiro, do Conselho Federal de Medicina;
  • Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência da República.

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No fim de setembro, a então vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, enviou parecer ao Supremo defendendo que tivesse continuidade a apuração envolvendo Wajngarter por prevaricação e epidemia com resultado morte.

A PGR considerou que há indícios de suposta omissão do ex-secretário em informar à população sobre medidas para diminuir as chances de contrair Covid-19 e da campanha institucional de nome ?O Brasil não pode parar?. Na época, a Procuradoria também defendeu o arquivamento de parte dos fatos envolvendo Bolsonaro.

Em decisão sigilosa do dia 19 de dezembro, Mendes devolveu o caso para nova análise da PGR. O ministro entendeu que é preciso que a Procuradoria se manifeste novamente, de forma conclusiva e detalhada, sobre a situação de cada um dos citados nos fatos.

Agora, a conduta dos integrantes do governo Bolsonaro será analisada pelo novo procurador-geral da República, Paulo Gonet. Não há prazo para isso.

As investigações começaram a partir das conclusões feitas pela CPI da Covid. São apontados crimes como epidemia com resultado morte, emprego irregular de verbas pública, prevaricação e comunicação falsa de crime.

Fonte G1 Brasília

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