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Gleisi Hoffman sai em defesa de Edna sobre acusação de suposta rachadinha

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A deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann (PT-PR) saiu em defesa da vereadora por Cuiabá, Edna Sampaio, de Cuiabá (MT), diante da acusação de suposto desvio de Verba Indenizatória (VI), que deveria ter sido destinado Laura Natasha Abreu, sua ex-chefe de gabinete. Acusada de realizar a prática de ‘rachadinha’, a petista nega qualquer desvio de finalidade.

Em vídeo, Gleisi atribui a denúncia ‘perseguição política’ e violência política de gênero, além de reafirmar que acusações são falsas e que Edna prestou contas dos recursos.

“Em resposta às fake news, a companheira divulgou sua prestação de contas, prática que já é feita a cada três meses junto aos integrantes de seu mandato coletivo. Deixo aqui a minha solidariedade à Edna Sampaio. Estamos juntas no enfrentamento à violência política de gênero”, diz a deputada.

Vereadora pode ser cassada

A Comissão de Ética da Câmara Municipal de Cuiabá, instaurou na última segunda-feira (15), o processo que pode cassar o mandato de Edna, por quebra de decoro parlamentar. A ação tem como intuito, investigar o suposto ‘desvio’ de VI realizado em seu gabinete.

A comissão aceitou abrir o processo após a Procuradoria Geral de Cuiabá apontar indícios de admissibilidade no requerimento do vereador e vice-líder do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) na Câmara, Luis Claudio (PP).

O caso veio à tona em uma reportagem publicada pelo site RD News, onde dizia que a vereadora teria sido beneficiada, no ano passado, com pelo menos R$ 20 mil em valores ilegais. Comprovantes bancários contidos na investigação, além de áudios e conversas de WhatsApp, mostram que esse montante foi repassado gradualmente à parlamentar pela sua então chefe de gabinete, Laura Natasha Abreu – que foi exonerada mesmo estando grávida.

A reportagem mostrou conversas de WhatsApp nas quais o marido de Edna e ex-presidente do PT em Mato Grosso, Willian Sampaio, cobrava Laura sobre a devolução da VI recebida por ela, de R$ 5 mil ao mês. A então servidora, de acordo com as conversas, sempre sinalizava positivamente e confirmava a transferência da verba recebida para a conta da vereadora, enviando o comprovante do depósito ao marido de Edna.

Fonte: Isso É Notícia

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