REDES SOCIAIS

30°C

Governo não pensa em concorrer com produtores de arroz, diz ministro

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse nesta sexta-feira (10) ao blog que o governo não quer concorrer com os produtores de arroz ao anunciar a importação do produto. E que a desinformação sobre o tema causa pânico e a importação de arroz é medida para repor estoques e evitar especulação de preço.

?Precisamos deixar muito claro que o governo não pensa em hipótese alguma em concorrer com os produtores de arroz. Mas, como eu tenho dito, o inferno está ficando pequeno para tanta maldade. A maior parte da safra está colhida, temos arroz no Brasil, mas também temos gente que se aproveita deste cenário de tragédia para propagar a desinformação, o pânico nas pessoas? disse em nota enviada ao blog.

O ministro acrescentou que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) voltou a cumprir seu papel nos estoques públicos. E que, apesar de a MP prever a importação de até 1 milhão de toneladas de arroz, a ideia inicial é uma compra de 200 mil toneladas.

window.PLAYER_AB_ENV = “prod”

Segundo ele, isso significa que não vai faltar arroz e não há motivos para o aumento de preços.
?A Medida Provisória autoriza a compra de 1 milhão de toneladas, mas a ideia inicial é que sejam 200 mil toneladas de um total de um milhão previsto para arroz beneficiado e empacotado?, disse Carlos Fávaro.

A fala do ministro ocorreu após o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros, Alexandre Velho, dizer que não há risco de desabastecimento, que 84% da colheita de arroz foi feita antes de chuvas e que não havia necessidade de o governo importar arroz. A entrevista foi ao Conexão Globonews.

“Não existe necessidade de importação de arroz, nós temos uma safra boa sendo colhida e já estocada”, afirmou o presidente da Federação. Segundo ele, o maior problema agora é em relação à logística.

Ele disse também que ?já temos um volume estocado de mais de 6,5 milhões de toneladas?. Segundo Alexandre Velho, ?o problema maior é de logística.?

Fonte G1 Brasília

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS