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Ipec: interesse por eleição é maior que antes do primeiro turno

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Dados da última pesquisa Ipec, encomendada pela Globo, e concluída na segunda-feira (24) mostram que 84% dos eleitores dizem estar interessados no pleito do próximo domingo (30). A seis dias do primeiro turno, eram 70%.

De acordo com o levantamento feito entre os dias 22 e 24, 64% afirmam estar muito interessados nas eleições e 20% dizem ter interesse médio. No primeiro turno, os índices eram de 42% e 28%, respectivamente.

A parcela de desinteressados soma 16%. Desses, 10% dizem ter pouco interesse e 6% afirmam ter nenhum.

Interesse cresce com renda e escolaridade

Quanto maior a renda, maior o interesse pelas eleições declarado pelos eleitores. Entre os que ganham até 1 salário mínimo, 78% dizem estar interessados e 22% dizem ter pouco ou nenhum interesse.

Nessa faixa, que reúne 28% dos eleitores, Lula (PT) lidera as intenções de voto para a presidência, com 63% do total, ante 30% de Jair Bolsonaro (PL).

Já entre os que ganham mais de 5 salários mínimos, 92% dizem estar interessados nas eleições, enquanto 8% têm pouco ou nenhum interesse.

Esse grupo representa 12% dos eleitores e dá a maior parcela das intenções de voto a Bolsonaro, que tem 59%, ante 34% de Lula.

A mesma relação acontece com a escolaridade dos eleitores. Quanto mais anos de estudo, maior o interesse pela eleição.

Entre os que estudaram até o ensino fundamental, 78% se dizem muito ou medianamente interessados no pleito. E 22% afirmam estar pouco ou nada interessados.

Nessa faixa, que tem 32% dos eleitores, o ex-presidente lidera com 57% das intenções de voto, ante 36% de Bolsonaro.

Já entre os que cursaram o ensino superior, o interesse é declarado por 89%, enquanto 11% estão desinteressados. No grupo, que reúne 26% dos eleitores, o candidato do PL tem 50% das intenções de voto, ante 42% de Lula.

Entre os que classificam a gestão Bolsonaro como ótima ou boa, 90% dizem ter interesse nas eleições, dos quais 73% afirmam estar muito interessados.

Os percentuais caem entre os que acham a administração ruim ou péssima: 84% dizem ter interesse, dos quais 67% afirmam estar muito interessados.

A pesquisa mostrou que o governo Bolsonaro é aprovado por 36% e reprovado por 40%.

Fonte G1 Brasília

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