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Janja se reúne com influenciadores brasileiros na Coreia do Sul e prova doce que virou febre no país

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A primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, se reuniu nesta sexta-feira (20) com influenciadores brasileiros que moram na Coreia do Sul. Janja está em Seul, onde cumpre agenda própria.

A primeira-dama acompanhou o presidente Lula até a Índia, mas não ficou no país. Ela seguiu antes do presidente para a Coreia do Sul. Lula desembarca no país asiático no próximo domingo (22).

Janja compartilhou nas redes sociais fotos e vídeos do encontro com os influenciadores. Participaram da agenda com a primeira-dama os influenciadores Letícia Coutinho, Daniel Kim, Gabriela Dalcin, Ale Anjos e Bomi Hong. Eles compartilham vivências e a cultura coreana em publicações na internet.

“A Coreia é hoje um dos maiores exemplos globais de cultura como ferramenta que influencia comportamentos, consumo, estética e debates sociais no mundo inteiro”, escreveu Janja.

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“Assim como a nossa música, futebol e arte atravessam o mundo e são conhecidos na Coreia, o k-pop, o k-drama e o k-beauty fazem parte da vida de milhões de brasileiras e brasileiros”, completou.

Um dos registros compartilhados pela primeira-dama foi um vídeo em que ela experimenta um doce que se tornou febre na Coreia do Sul ? o “Dubai Chocolate Cookie”.

Segundo a influenciadora Gabriela Dalcin, o bolinho que contém entre os ingredientes marshmallow, pistache e chocolate acabam rapidamente nas lojas do país assim que as prateleiras são abastecidas.

No vídeo, Janja elogia o doce e fala que vai guardar um para o presidente Lula experimentar.

Estética

Na postagem, Janja também citou a influência da Coreia do Sul na estética mundial.

A popularização do skincare coreano se tornou um fenômeno mundial. Produtos e rotinas de cuidados com a pele inspirados na chamada “K-beauty ” ganharam espaço nas redes sociais, no varejo e entre influenciadores, impulsionando a demanda por itens como séruns e outros produtos de beleza.

O movimento reflete não só a força da indústria cosmética sul-coreana, mas também o avanço da influência cultural do país entre consumidores brasileiros. A própria imagem associada à pele dos sul-coreanos ajuda a impulsionar esse mercado.

Fonte G1 Brasília

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