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Mesmo com possibilidade de voto remoto, deputados se omitem e “barram” direito de servidores

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Após o arquivamento do projeto de decreto legislativo que poderia destravar o pagamento de 4,19% da Revisão Geral Anual (RGA) ao funcionalismo público do Estado, os deputados estaduais que se manifestaram contra à proposta estão sendo extremamente criticados.

Não só eles, como os que preferiram se ausentar da discussão, mesmo com a possibilidade de votação de forma remota.

É o caso, por exemplo, do deputado Alan Kardec (PSB), que foi eleito com a bandeira de defesa dos servidores públicos, mas que “sumiu” da votação. Nas redes sociais, ele justificou que acompanhava a mãe em um tratamento médico em Goiânia.

A justificativa, no entanto, não foi bem digerida pelos servidores que lembraram que outros parlamentares se manifestaram de forma online.

Além de Kardec, faltaram a sessão: Faissal Calil (PTB), Sebastião Rezende (União Brasil) e Dr. Eugênio (PSB).

Em tempo: O texto sustava os efeitos de uma decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que o governador Mauro Mendes (União Brasil) uso como “escudo” para não pagar a RGA. O percentual de 4,19%corresponde ao ano de 2018, com pagamento já assegurado em lei.

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