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Novo programa de alerta de desastres terá avisos mais ‘intrusivos’; governo ainda tem que treinar agentes

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Um novo sistema de alerta sobre desastres climáticos deve ser lançado pelo governo nas próximas semanas e só aguarda, por parte das autoridades federais, um plano de comunicação sobre a ferramenta e treinamento de agentes da Defesa Civil.

As duas pendências estão a cargo do Ministério das Comunicações e do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

A medida servirá para aprimorar alertas para a população, por exemplo, em casos como as fortes chuvas que assolam o Rio Grande do Sul nestes últimos dias.

O sistema vai ter avisos mais “intrusivos” para a população. Isso significa que as mensagens nos celulares dos usuários vão ter sons e mensagens na tela do aparelho que se sobrepõem aos demais aplicativos.

Outra diferença em relação a hoje, em que já existe um sistema menos intrusivo, é que o novo sistema vai dispensar cadastro prévio por parte dos usuários, com indicação de endereços de interesse. Os alertas serão feitos para determinadas regiões, alcançando os aparelhos dentro do perímetro de risco delimitado.

Ao g1, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional afirmou que o sistema está ?em fase de ajustes e finalização?. ?Tão logo seja concluída, terá início o projeto piloto do novo sistema?, continuou.

Em março, quando tempestades atingiram o Espírito Santo deixando 20 mortos e milhares de desabrigados, o ministro do MIDR, Waldez Góes, afirmou que o sistema seria anunciado em abril.

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?Nós estruturamos durante um ano, o presidente deve anunciar agora este mês de abril, o ?cellbroadcast?, que é um sistema de alertas?, declarou em entrevista à CBN na ocasião.

O “cellbroadcast” é um sistema ostensivo de alerta de desastres. Quando há uma emergência, a Defesa Civil aciona o mecanismo, que emite alertas por meio de mensagens ou sons nos aparelhos celulares em uma área delimitada.

No final de 2022, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que as operadoras implementassem o novo sistema de alertas, cuja engenharia já foi concluída. Agora, falta só o governo concluir a implementação.

Fonte G1 Brasília

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