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Para investigadores, operação da PF dificultará financiamento de atos golpistas

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Investigadores à frente do inquérito que apura a atuação de milícias digitais contra a democracia avaliaram ao blog nesta quarta-feira (24) que a operação da Polícia Federal que mirou empresários nesta terça (23) dificultará o financiamento de atos golpistas.

Após ordem de Moraes, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a oito empresários que compartilharam mensagens golpistas em um grupo de mensagens de um aplicativo.

O site Metrópoles informou que esses empresários, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), defenderam um golpe de Estado caso o candidato à reeleição perca em outubro; todos negam ter defendido golpe.

Segundo apurou o blog, além das mensagens trocadas, a operação também foi baseada no fato de que a Polícia Federal já vinha investigando parte dos empresários desde as manifestações do Sete de Setembro do ano passado, quando apoiadores de Bolsonaro foram às ruas defender pautas antidemocráticas e inconstitucionais. Na ocasião, o próprio presidente discursou fazendo ameaças golpistas.

O principal objetivo da investigação, agora, é descobrir quem estava financiamento essas manifestações. A PF encontrou vários indícios de que esses atos têm como fonte de recursos um mesmo grupo, já que o material usado é padronizado.

Os investigadores avaliam que a operação desta terça vai coibir e inviabilizar financiamentos de atos antidemocráticos a partir de agora.


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Divergência entre Moraes e Aras

A operação desta terça-feira gerou um atrito entre o ministro Alexandre de Moraes, que atendeu a um pedido da Polícia Federal, e o procurador-geral da República, Augusto Aras.

Após a operação contra os empresários, Augusto Aras divulgou uma nota afirmando não ter sido informado oficialmente sobre a decisão de Alexandre de Moraes.

Horas depois, o gabinete do ministro do STF se pronunciou sobre o caso e disse que, sim, a Procuradoria Geral da República havia sido notificada.

Augusto Aras, integrantes do Palácio do Planalto e empresários reclamam da operação, criticando a quebra do sigilo bancário e o bloqueio de contas bancárias dos empresários.

Para eles, uma conversa em um grupo de mensagens não justifica tal decisão.

Investigadores ainda não se pronunciaram publicamente sobre essas críticas.

Fonte G1 Brasília

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