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PF apura se Ramagem seguia recebendo informações da Abin mesmo após deixar órgão

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A Polícia Federal investiga se Alexandre Ramagem continuou recebendo informações da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, mesmo após deixar cargo.

O ex-diretor-geral da Abin é alvo de buscas em uma investigação sobre espionagem de autoridades em uma operação da PF deflagrada nesta quinta (25).

A suspeita é de que, durante o governo Bolsonaro, a Abin tenha usado o software para monitorar, ilegalmente, autoridades públicas como governadores e até integrantes do Supremo Tribunal Federal.

Segundo as investigações, a espionagem era feita com o software israelense FirstMile ? e, por conta disso, os dados eram armazenados fora do país.

Ministros do Supremo Tribunal Federal ouvidos pelo blog acreditam que a montagem de uma ‘Abin paralela’ só teria viabilidade com o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro e do ex-chefe do GSI, general Heleno, que não são alvos da operação de hoje.

Alexandre Ramagem é próximo da família Bolsonaro. Ele entrou para a PF como delegado em 2005 e chefiou a equipe de segurança do ex-presidente na campanha eleitoral de 2018, depois do atentado a faca em Juiz de Fora (MG).

Esta reportagem está em atualização

Fonte G1 Brasília

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