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PF identifica brasileiros presos na Espanha por suspeita de atividades ligadas ao terrorismo

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A Polícia Federal (PF) já identificou quem são os dois brasileiros presos na Espanha por suspeita de atividades ligadas ao terrorismo. Segundo a PF, os dois são irmãos, e são considerados radicalizadores e recrutadores para o Estado Islâmico.

Segundo a PF, um deles teria morado por um tempo na Holanda antes de se estabelecer com o seu irmão na Espanha.

Dados de inteligência da PF compartilhados com o governo espanhol indicam que um dos irmãos “professaria ideias jihadistas salafistas” e teria “ligações redes de financiamento ao terrorismo”.

Informações da Guardia Civil do governo da Espanha noticiou que um dos suspeitos se estabeleceu na cidade de Estepona, na província de Málaga, e que em seguida seu irmão também foi para a cidade.

Os dois, segundo a PF, foram acusados pelo homicídio de um iraniano em 2014, no Rio de Janeiro. Entretanto, ao final do processo judicial, ambos foram considerados inocentes.

Um dos irmãos foi extraditado para o Brasil pela justiça de Portugal, em 2018, em decorrência do processo criminal referente à esta acusação de homicídio.

De acordo com investigadores, o último registro de um dos suspeito foi de saída do Brasil em 29 de outubro de 2022 com um voo para Roma, na Itália. O último movimento do segundo suspeito foi de saída do Brasil em 22 de outubro de 2022 em um voo para a cidade do Porto, em Portugal.

Prisão na Espanha

Segundo as autoridades espanholas, os dois homens faziam parte de um processo de radicalização e usavam aplicativos de mensagem para enaltecer e promover o grupo terrorista.

Eles ainda teriam divulgado atividades terroristas realizadas em diversos locais, manuais de preparo de explosivos e envenenamento, segurança cibernética e hacking.

Os agentes realizaram buscas numa casa associada aos detidos na cidade de Estepona, em Málaga, a fim de recolher mais provas das suas atividades e esclarecer os fatos sob investigação.

Em 2018, outro brasileiro, Kayke Luan Ribeiro Guimarães, foi condenado na Espanha a 8 anos de prisão por afiliação ao mesmo grupo terrorista.

Fonte G1 Brasília

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