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‘Precisamos apurar se violou alguma proibição’, diz diretor da PF sobre estadia de Bolsonaro em embaixada

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O diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse nesta segunda-feira (25) que vai analisar se o ex-presidente Jair Bolsonaro violou alguma proibição imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao se hospedar por dois dias na embaixada da Hungria, em Brasília, logo após ter o passaporte apreendido (leia mais abaixo).

“No bojo do inquérito do golpe, precisamos apurar o ocorrido, para verificar se violou alguma proibição imposta pelo STF”, disse Rodrigues.

As informações sobre a hospedagem de Bolsonaro na embaixada foram publicadas pelo jornal “The New York Times” nesta segunda-feira (25).

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A estadia ocorreu entre os dias 12 e 14 de fevereiro ? no dia 8 daquele mês, Bolsonaro havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal sobre a suposta tentativa de golpe de estado.

Na operação, policiais federais apreenderam o passaporte do ex-presidente no escritório do Partido Liberal. (PL).

Em regra, o ex-presidente não poderia ser preso em uma embaixada estrangeira que o recepcionasse, uma vez que esses endereços estão legalmente fora da área de atuação das autoridades locais.

Halmai se reuniu com a titular da Secretaria de Europa e América do Norte, Maria Luisa Escorel. O Palácio do Planalto também foi comunicado sobre a reunião.

Na diplomacia, o simbolismo de chamar um embaixador para conversas depende do contexto. No caso da Hungria, o Brasil queria a prestação de informações claras e detalhadas sobre a ida de Bolsonaro à embaixada.

Como, por decisão do governo, não foi nem o presidente Lula que chamou o embaixador nem o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o peso diplomático é menor.

Em nota, a defesa de Bolsonaro confirma que o ex-presidente ficou dois dias hospedado na embaixada, “a convite”.

No comunicado divulgado à imprensa, os advogados do ex-presidente disseram que ele “passou dois dias hospedado na embaixada da Hungria em Brasília para manter contatos com autoridades do país amigo” e que, no período, o ex-presidente “conversou com diversas autoridades húngaras “atualizando os cenários políticos das duas nações”.

Fonte G1 Brasília

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