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Toffoli deveria ter recusado relatoria do Master desde o início, avaliam colegas do ministro

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O ministro Dias Toffoli deveria ter recusado a relatoria do inquérito do Banco Master desde o início. A avaliação é de colegas do ministro dentro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo eles, ao aceitar e tomar medidas controversas contra a Polícia Federal (PF), Toffoli acabou chamando a atenção para ele da imprensa e investigações começaram a ser feitas sobre suas possíveis relações com o dono do Master, Daniel Vorcaro.

Esses colegas de Toffoli dizem ainda que o ministro ?errou feio? ao não admitir desde o início que era sócio anônimo da empresa que administrava resorts no Paraná, e que a família vendeu a participação para um fundo do cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel.

?Ele errou do início ao fim, e errou feio?, dizem colegas do ministro.

Dentro do STF, a avaliação é que a situação de Toffoli ficou muito complicada e ele terá de se explicar com o presidente do tribunal, Edson Fachin, que recebeu da Polícia Federal o relatório citando conversas entre o ministro e Daniel Vorcaro.

A PF não pede a suspeição do ministro, mas lista várias informações que podem configurar conflitos de interesses que venham a levar o tribunal a declarar a suspeição de Toffoli para continuar à frente do inquérito do Master.

Fachin encaminhou o relatório a Toffoli, que já divulgou nota afirmando que a PF faz ?ilações? sobre as conversas dele com Vorcaro, e que irá se explicar com o presidente Edson Fachin.

O fato é que a guerra entre Dias Toffoli e a Polícia Federal ganhou um novo capítulo. Na segunda-feira (9), o diretor da PF, Andrei Passos, entregou ao presidente do STF informações contidas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que citam diversas vezes o ministro e outras autoridades com foro privilegiado.

Desde que assumiu o caso, Toffoli tem travado uma guerra com a PF. Chegou a dizer em decisão que a PF demorou a agir no caso Master e acusou a polícia de inércia.

Antes, havia travado uma disputa com a delegada que comanda o caso quando marcou uma acareação entre Vorcaro, o ex-presidente do BRB e o diretor de Fiscalização do BC. Depois, tentou evitar que a PF analisasse exatamente o conteúdo do celular de Vorcaro.

Fonte G1 Brasília

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