REDES SOCIAIS

28°C

Após audiência, Lúdio cobra medidas concretas para preservação do bioma e prevenção de queimadas

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

@media only screen and (max-width: 767px) {
.img-wrapper {
margin-bottom: 5px;
}

.content-title {
margin-bottom: 10px;
}
}

As queimadas no Pantanal mato-grossense foram temas de audiência pública na Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (23), após novembro de 2023 ser considerado o maior mês com focos de incêndio na região, consumindo uma área de 1 milhão de hectares.

Autor do requerimento da sessão, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) afirmou que a partir de agora é preciso que o Governo do Estado crie políticas e medidas concretas para conservação do Pantanal e preservação da região.
“Precisamos adotar medidas concretas e efetivas à conservação desse bioma. O fogo está colocando em risco toda a sua biodiversidade”, disse Cabral.

Este ano, o fogo consumiu, principalmente, a região do Parque Estadual Encontro das Águas, que é refúgio das onças-pintadas, localizada entre os municípios de Poconé e Barão de Melgaço. 

O secretário-executivo de Gestão de Combate ao Fogo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, coronel BM Décio Santos, afirmou que o governador Mauro Mendes já investiu cerca de R$ 77 milhões em ações voltadas ao combate ao desmatamento e incêndios em Mato Grosso. 

“São sete linhas de ações. Por isso, é injusto ouvir que nada tem sido feito pelo governo. Que Mato Grosso trata como “dois pantanais”: o do sul e do norte. É chato ouvir que o Corpo de Bombeiros Militar recusa auxilio federal. Hoje, estamos mais na fase de ouvir, para que o plano de ação para 2024 seja construído em um direcionamento estratégico integrado”, disse Santos. 

O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Pires, disse que a situação de 2023 é melhor do que foi em 2020, em relação aos incêndios ocorridos no Pantanal de mato-grossense.

“O trabalho que foi feito e as chuvas nos últimos dias na região contribuíram para debelar os principais focos de incêndio. Mas o relato que tenho é que o incêndio ainda acontece, mas bem menos. Hoje, o fogo é mais em áreas subterrâneas. Mas infelizmente tivemos mais 1,3 milhão de hectares queimados no Pantanal. Por isso, os trabalhos de prevenção têm que ser com antecedência”, disse Pires.

Fonte: Isso É Notícia

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS