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Chuvas no RS já mataram mais que soma de desastres naturais no estado entre 1991 e 2022, apontam dados de ministério

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O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul em razão dos temporais que atingem a região nas últimas semanas já superou o somatório de mortes registradas em 30 anos, no mesmo estado, considerando todos os desastres naturais.

Até este sábado (11), a Defesa Civil contabilizava 136 mortes no RS em razão das chuvas atuais, além de 125 desaparecidos.

O número já é 34,8% maior que as 101 vítimas fatais de desastres naturais no Rio Grande do Sul entre 1991 e 2022 ? a íntegra da série histórica disponível no Atlas Digital de Desastres do Brasil. A ferramenta é abastecida pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.

Diferentemente dos dados atuais, os números da série histórica levam em conta desastres não relacionados às chuvas ? secas, incêndios e ondas de frio, por exemplo.

No Atlas Digital de Desastres no Brasil, é possível obter números nacionais sobre o tema e informações segmentadas por estado ou município.

Lançado no ano passado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDR), o site se baseia em levantamentos da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do MDR. O primeiro ano de referência é 1991 e o último ano da série histórica é 2022.

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Desabrigados são o dobro da série histórica

De acordo com o Atlas, no período de 2016 e 2022, aproximadamente 101 mil pessoas ficaram desalojadas por causa de desastres no Rio Grande do Sul.

No caso das chuvas intensas das últimas semanas, o número foi de 339,9 mil pessoas fora de casa, ou seja, mais que o triplo do registrado nesse período de quase sete anos.

O maior número de desabrigados e/ou desalojados por desastres em um único ano até então (na série histórica) foi em 2015, com 153 mil.

Os desastres classificados no portal são:

  • alagamentos
  • enxurradas
  • chuvas intensas
  • erosões
  • estiagem e seca
  • granizo
  • inundações
  • movimento de massa
  • incêndios florestais
  • ondas de frio
  • onda de calor e baixa umidade
  • tornados
  • vendavais e ciclones
  • outros

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Com 75 mortes, 2023 foi ‘prenúncio’

As mortes decorrentes das enchentes atuais destoam da série histórica até 2022, mas tiveram um “prenúncio”.

Em 2023, 75 pessoas morreram no Rio Grande do Sul em três enchentes de grande porte.

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Fonte G1 Brasília

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