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Manipulação na Série B: agente de Mateusinho diz que jogador nega envolvimento em esquema

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O agente do lateral-direito Mateusinho, do Cuiabá, afirmou que o jogador nega envolvimento no esquema de manipulação de resultados na Série B do ano passado. O atleta é um dos investigados no caso.

Em contato com a reportagem do ge, Mauro Azevedo disse que Mateusinho nega veementemente as acusações e que não sabe como seu nome foi citado no esquema.

Além disso, o jogador teria sido pego de surpresa com a abordagem do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso, que cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do atleta na manhã de terça-feira.

O empresário também garantiu que Mateusinho desconhece qualquer valor mencionado nas investigações e que não recebeu nenhuma quantia em dinheiro. Ele declarou que o lateral tem total desconhecimento acerca do mercado de apostas esportivas.

Por fim, o agente confirmou que o jogador está apto a colaborar com as investigações e espera que o equívoco – como ele chamou – seja esclarecido o mais rápido possível. Afirmou ainda que o Cuiabá está dando total apoio ao atleta.

Mateusinho treinou normalmente durante a semana e, segundo o empresário, embarcou com a equipe para o duelo contra o Nova Mutum, nesta quinta-feira, pelo Campeonato Mato-grossense, fora de casa.

Entenda o caso

O Ministério Público de Goiás fez operação, denominada “Penalidade Máxima”, na terça-feira para investigar um grupo especializado em fraudar resultados de jogos da Série B do Campeonato Brasileiro. O objetivo era influenciar apostas esportivas de altos valores.

Segundo o MP, há indícios de que o grupo atuou em pelo menos três jogos da Série B no final de 2022: Vila Nova x Sport, Criciúma x Tombense e Sampaio Corrêa x Londrina, todos pela rodada final da competição. Os investigados teriam movimentando mais de R$ 600 mil.

Mateusinho defendia o Sampaio Corrêa na época e cometeu pênalti na vitória do time maranhense por 2 a 1 contra o Londrina (vídeo acima). Os representantes e advogados do jogador entendem que a infração foi um “lance casual de jogo” e não justifica a acusação.

A investigação apontou que o grupo convencia atletas a manipular resultados nas partidas por meio de ações, como fazer pênalti no primeiro tempo dos jogos, entre outras táticas. Em troca, os jogadores receberiam parte dos prêmios de apostas feitas. A estimativa é que cada envolvido tenha recebido R$ 150 mil por aposta.

Fonte GE Esportes

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