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Morte de agente completa 1 mês e CCJ deve emitir parecer nesta terça

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A morte do agente do Socioeducativo, Alexandre Miyagawa, de 41 anos, registrada no dia 1 de julho, com disparos pelas costas, efetuados pelo vereador por Cuiabá, Marcos Paccola (Republicanos), completa 1 mês nesta segunda-feira.

No entanto, até o momento não foi efetuada nenhuma prisão, e o parlamentar segue com todos os seus direitos políticos ativos. 

A vereadora Edna Sampaio (PT) protocolou o pedido de afastamento e a cassação do mandato de Paccola. No documento, a petista justificava quebra de decoro parlamentar, conduta incompatível com a dignidade do cargo de agente político, homicídio doloso qualificado.

No último dia 25 de junho, o presidente Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Chico 2000 (PL), destacou que deve emitir parecer sobre o caso após o recesso parlamentar.

“Acabamos de receber o inquérito, através dessa Casa, queremos reiniciar a análise, inclusive reconsiderando esses novos documentos que chegaram e quero fazer a leitura desse parecer na primeira sessão ordinária de após a volta do recesso, conforme foi o pedido do vereador Sargento Vidal e assim aprovado no Plenário”, disse Chico.

A Câmara volta aos trabalhos nesta terça-feira (2).

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), defende que o crime foi cometido mediante utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por motivo torpe.

Desta forma, os promotores de Justiça argumentaram que Paccola agiu com desejo de promover sua imagem, na ânsia de combater um suposto ato agressivo de Alexandre contra sua namorada, Janaina Sá.

“No afã de projetar sua imagem como sendo de alguém que elimina a vida de supostos malfeitores e revela coragem e destemor no combate a supostos agressores de mulheres”, diz trecho do argumento.

Fonte: Isso É Notícia

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