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Oposição vai tentar derrotar governo no Senado sobre taxação de compras em sites internacionais para desgastar Lula

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A oposição decidiu tentar derrotar o governo no Senado para desgastar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na votação da tributação das compras em sites internacionais, principalmente chineses.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai tentar o apoio de senadores independentes sob o argumento de que o governo só faz aumentar imposto e vai prejudicar pessoas que compram produtos baratos do exterior.

Os líderes do governo no Senado vão rebater a estratégia de Flávio Bolsonaro, lembrando que, na Câmara dos Deputados, o PL votou a favor da tributação depois de uma orientação nos bastidores do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador.

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Hoje, aliados de Bolsonaro negam que ele seja a favor e dizem que ele sempre foi contra a proposta.

Inicialmente, o governo chegou a definir como estratégia deixar que a tributação das comprinhas chinesas fosse retirada da votação no Senado.

Recuou diante da reação do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que cobrou o cumprimento do acordo fechado com o presidente Lula para aprovar a taxação de 20% destas compras.

Relações com Alagoas

Lira ficou irritado com a decisão do relator, senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), de retirar a tributação das compras chinesas do seu relatório.

Chegou a cobrar do governo o rompimento do acordo com o presidente Lula, mas foi informado que não houve orientação do Palácio do Planalto neste sentido e que se tratava de uma decisão do senador Rodrigo Cunha.

O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, o JHC, candidato à reeleição, está querendo romper um acordo com Arthur Lira, e indicar como seu candidato a vice neste ano o senador Rodrigo Cunha.

Com isso, a suplente do senador, dra. Eudócia Caldas, poderia assumir a vaga no Senado. A princípio, o candidato a vice seria indicado por Arthur Lira.

O governo vai tentar contar com o ajuda de senadores ligados a Arthur Lira para aprovar a tributação das compras de sites internacionais, diante do temor maior de que junto o programa Mover também seja derrotado.

O programa é uma prioridade do Palácio do Planalto e visa modernizar a indústria automotiva brasileira no rumo da economia verde.

Arthur Lira chegou a dizer que, se o projeto voltasse para a Câmara sem a tributação das compras de sites internacionais, o programa correria risco de também ser derrotado. Afinal, disse ele, os deputados poderiam não querer votar novamente o projeto com receio de desgaste eleitoral.

Fonte G1 Brasília

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