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Para aliados, Bolsonaro ‘sobreviveu’ à entrevista ao JN, mas foi ‘mal’ ao falar de urnas e Covid

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Aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, avaliaram nesta terça-feira (23) à GloboNews que ele “sobreviveu” à entrevista ao Jornal Nacional, concedida nesta segunda (23), mas que foi “mal” ao falar sobre as urnas eletrônicas e o combate à Covid.

O JN entrevista nesta semana os candidatos a presidente. Nesta terça (23), o entrevistado será Ciro Gomes (PDT); na quinta (25), Lula (PT) será entrevistado; e, na sexta (26), Simone Tebet (MDB).

Durante a entrevista, Bolsonaro disse que aceitará o resultado das eleições de outubro “desde que as eleições sejam limpas e transparentes” (veja no vídeo mais abaixo).

A declaração foi avaliada de forma negativa por ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O g1 mostrou que o presidente havia sido aconselhado a não atacar as urnas na entrevista, mas que a postura dele era tida como “imprevisível” por aliados.


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Para aliados de Bolsonaro ouvidos pela GloboNews, o entendimento é que o presidente “não segurou o ímpeto”, foi “menos grosseiro que o usual” e não foi bem ao falar das urnas, repetindo mentiras.

Na campanha, a avaliação é que foi positivo Bolsonaro se apresentar em um tom abaixo do que costuma. Havia o receio de que todas as estratégias conversadas ao longo de diversos encontros fossem ignoradas se Bolsonaro ficasse nervoso demais.

Integrantes da campanha lembraram que não houve um treino nos moldes que se conhece. Bolsonaro não aceitou, e o método foi, basicamente, receber aliados em várias reuniões, ouvir estrategistas e o próprio presidente depreender o que queria.

Aliados avaliam que Bolsonaro se estendeu ao falar de urnas, foi “mal” ao condicionar a transparência do sistema eleitoral às narrativas.

O presidente repetiu suspeitas mentirosas sobre as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral. Os ataques de Bolsonaro já foram desmentidos por autoridades oficiais e especialistas.

Bolsonaro também repetiu que um hacker atacou o sistema do TSE em 2018. A ação do hacker, de acordo com as autoridades, não afetou de nenhuma maneira a contagem dos votos ou a segurança das urnas.


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Combate à Covid

Aliados de Bolsonaro também avaliaram que o presidente não se saiu bem ao comentar o combate à Covid.

Na entrevista, o candidato voltou a defender o tratamento precoce, comprovadamente ineficaz, e tentou minimizar declarações sobre a vacina, alegando que usou uma “figura de linguagem” da literatura quando disse que quem tomasse vacina poderia virar “jacaré”.

Ele também foi questionado quando imitou uma pessoa com falta de ar, simulando os sintomas da Covid.

Fonte G1 Brasília

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