REDES SOCIAIS

19°C

Sete suplentes já assumiram cadeiras na ALMT em 2023

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

@media only screen and (max-width: 767px) {
.img-wrapper {
margin-bottom: 5px;
}

.content-title {
margin-bottom: 10px;
}
}

Somente nesse ano pelo menos sete suplentes já assumiram as cadeiras dos titulares são eles: Gilberto Figueiredo (União Brasil), Roni Magnain (PSB), Sheila Klener (PSDB), Adenilson Rocha (Cidadania), Francisco Guarnieri (PTB), Moacir do Couto (PP) e Gilmar Miranda (Cidadania).

O chamado “rodizío parlamentar” é o processo de revezamento entre suplente e titular da cadeira parlamentar que ocorre quando este retira licença, seja ela médica, ou para atividades políticas. Os períodos de licença variam entre 30, 60 e até 120 dias.

O mais recente, Gilmar Miranda (Cidadania) foi empossado na tarde desta quarta-feira (8) com a licença requerida pelo deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) para tratar de assuntos particulares. Gilmar é da região do Vale do Araguaia, e inicialmente ficará no cargo por 30 dias.

O novo parlamentar reside e tem a base eleitoral no município de Canarana (649 quilômetros de Cuiabá) e é servidor público. Em 2022, ele teve 2.381 votos. Na cidade onde vive, é professor do ensino médio da rede pública estadual.

“Um dos compromissos que fiz durante a campanha é de trabalhar para o bem-estar social da população. Mato Grosso é um estado pujante e com alta capacidade produtiva e que tem uma renda per capita abaixo do produto interno bruto mato-grossense, que está em ascensão”, disse Miranda.

Questionado sobre o posicionamento em relação às votações de matérias de origem do Executivo estadual, Miranda afirmou que assumiu a vaga no Parlamento para somar e ajudar a alavancar a economia e o desenvolvimento dos mais diversos setores produtivos do estado.

“Acredito que devemos prezar pelo bom investimento dos recursos públicos. Por isso, vou trabalhar para que o governador invista na região do Vale do Araguaia. O que for de interesse público e comum a todos os cidadãos, votarei com o governo. Mas se alguma proposta não condiz com a vontade popular, não terei receio em votar contra”, finaliza Gilmar.

Fonte: Isso É Notícia

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS